terça-feira, 17 de abril de 2012

Baile dos Anos 60 a 90

                                                       BAILE DOS ANOS 60
Vem aí o Baile dos Anos sessenta. Vamos todos participar!
A Paróquia São Francisco de Assis através da Pastoral Familiar, promoverá dia 21 de abril, o Baile dos 60, que tem como finalidade angariar recursos para troca de nosso veiculo (kombi), e a confraternização entre os paroquianos.
Além de podermos proporcionar um ambiente saudável à nossa comunidade, teremos a oportunidade de voltarmos ao passado e apreciar as músicas dos anos 60/70 e 80.
O baile acontecerá a partir das 20 horas no salão Frei José Sullivan, o valor do ingresso no dia será de apenas R$ 7,00 e antecipado R$ 5,00, não deixa para última hora!


Mais informações na secretaria paroquial: 3218-1459

quarta-feira, 11 de abril de 2012

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

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Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis, foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.

Dante Alighieri disse que ele foi uma "luz que brilhou sobre o mundo", e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copioso folclore e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal. Sua vida é reconstruída a partir de biografias escritas pouco após sua morte e,segundo alguns críticos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentariam contradições factuais e seriam inclinadas a fazer uma apologia de seu caráter e obras e, assim, deveriam ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça. De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele ainda era vivo, e permanece inabalada. Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.

Via Sacra

Via Crúcis é o trajeto seguido por Jesus carregando a cruz, que vai do Pretório até o Calvário. O exercício da Via Sacra, como também é chamada, consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o Pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente à Paixão de Cristo. Tal exercício, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas: os fiéis que então percorriam na Terra Santa os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém. O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI. O exercício da Via Sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão do Senhor Jesus.










quinta-feira, 5 de abril de 2012



Se você estiver afastado da igreja, nós convidamos você para um novo olhar. 

Nossa família é feita de todas as raças, jovens e velhos, ricos e pobres, homens e mulheres, pecadores e santos, uma verdadeira comunidade social e histórica. Nossa família se fundiu pelos séculos e pelo mundo, uma comunidade espiritual, mítica, socialmente organizada, pessoas humanas que renovam sua espiritualidade. 

Somos o a única instituição confessional do mundo a ter um código de direito próprio reconhecido internacionalmente: o Código de Direito Canônico. 

Em nome de Deus, construímos hospitais, orfanatos, escola, somos a maior instituição caritativa do planeta. Desenvolvemos o método científico, as leis da evidência e fundamos o sistema universitário. 

Somos a única instituição confessional a ter acesso às relações diplomáticas. Em primeiro lugar, pela sua história, sua organização universal e transnacional e, também, ao seu chefe que, a partir de sua eleição em conclave, adquire um caráter internacional. 

Defendemos com a nossa vida, a dignidade de toda a vida humana e preservamos o casamento, a família, a liberdade, a dignidade, a verdade. 

Com mais de um bilhão de componentes na nossa família, compartilhando dos sacramentos e da plenitude da fé cristã, rezando por você, para você, e por todo mundo, a cada hora, a cada dia, sempre que celebramos a Missa. 

A nossa legitimidade internacional é, majoritariamente, reconhecida. A Santa Sé tem personalidade jurídica internacional (é a única confissão religiosa a ter esse status) e se apresenta como uma autoridade moral soberana e independente. 

Por mais de 2000 anos, nós tivemos uma linha ininterrupta de pastores guiando a Igreja Católica com amor e verdade, num mundo confuso, doloroso, cheio de caos, dificuldade e dor. 

Nossa família é unida em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Igreja é o Corpo de Cristo, constituído pela totalidade dos cristãos no mundo inteiro. 

Nós somos católicos e você seja bem vindo de volta a sua casa. 

Fonte: Peça publicitária da Igreja Catolica, veiculada em Tvs pelo mundo.

VIVER A SEMANA SANTA

Para muitos, um feriado; para outros, uma devoção; para o comércio, oportunidade fantástica de vendas; para outros ainda, um momento especial de meditação, oração e renovação da fé. E para você, o que significa "viver a Semana Santa"?
Existe um jeito, um lugar, um momento muito especial no qual aprendemos a “vier a Semana Santa”. É o que nos aponta o saudoso Papa Paulo VI? “Se há uma liturgia que deveria encontrar-nos todos juntos, atentos, solícitos e unidos para uma participação plena, digna, piedosa e amorosa, está é a liturgia da grande semana. Por um motivo claro e profundo: o Mistério Pascal, que encontra na Semana Santa a sua mais alta e comovida celebração, não é simplesmente um momento do Ano Litúrgico: ele é a fonte de todas as outras celebrações do próprio Ano Litúrgico, porque todas as outras celebrações do próprio Ano Litúrgico, porque todas se referem ao mistério da nossa redenção, isto é, ao Mistério Pascal”.
Eis o sentido do que significa “viver a Semana Santa”: fazer memória do mistério do amor de Deus que se manifestou na entrega confiante de Jesus ao Pai, até a morte na cruz, por fidelidade à sua missão. Mais ainda, significa celebrar o mistério do amor de Deus que sustentou Jesus em seu calvário e o ressuscitou, o glorificou, o fez sentar-se à sua direita, constituindo-o Cristo, Messias e Senhor.
“Viver a Semana Santa” significa fazer memória destas ações maravilhosas de Deus. Mais saber que estamos “re-vivendo” todos estes fatos. “De geração em geração, cada um de nós é obrigado a ver-se a si próprio, com os olhos penetrantes da fé, como tendo ele mesmo estado lá no Calvário, na primeira sexta-feira santa, e diante do sepulcro vazio, na manhã da ressurreição. Hoje, todos nós, aqui reunidos para celebrar a eucaristia, estávamos lá, prontos a morrer na morte de Cristo e a ressuscitar em sua ressurreição. Será exatamente nossa comunhão com o corpo sacramental do verdadeiro Cordeiro que nos tornará realmente presentes àquele eterno presente”.
Acolhamos o convite de S. Gregório de Nazianzo, bispo do séc. IV, que certamente também nos dá uma dica de como “viver a Semana Santa”. “Se ésSimão Cirineu, toma a cruz a segue a Cristo. Se, qual o ladrão, estás crucificado com Cristo, como homem íntegro, reconhece a Deus. Adora aquele que foi crucificado por tua causa. Se és José de Arimateia, pede o corpo a quem o mandou crucificar; e assim será tua a vítima que expirou o pecado do mundo. Se és Nicodemos, aquele adorador noturno de Deus unge-o com perfumes para a sua sepultura. Se és Maria, ou a outra Maria, ou Salomé, ou Joana, derrama tuas lágrimas por ele. Levanta-te de manhã cedo, procura ser o primeiro a ver a pedra do túmulo afastada, e a encontrar talvez os anjos, ou melhor ainda, o próprio Jesus”.
Aí sim, podemos exclamar: “FELIZ PÁSCOA!”


Fonte: PNE - BMC - Roteiros Homiléticos da Quaresma Ano B - Fevereiro / Abril de 2012.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Missa de Domingo de Ramos com as crianças



Trouxeram-lhe também criancinhas, para que ele as tocasse. Vendo isto, os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, chamou-as e disse: Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas. Em verdade vos declaro: quem não receber o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará." (Lucas 18,15-17).